
Neste local você encontra a Dona Gracinha, uma griô nativa caiçara que habita com sua família e recebe visitantes em sua casa para o almoço caiçara, numa região das mais preservadas da Mata Atlântica, que exige controle rigoroso de acesso. Mais do que os trabalhadores do turismo, o visitante precisa estar disposto a esforçar-se para alcançá-lo sem ameaçá-lo, por caminhada ou aventurando-se na canoa caiçara, meio de transporte totalmente sustentável, único indicado em boa parte do lugar. Artesãos criativos e delicados, os caiçaras dali especializaram-se em barquinhos de caixeta, ofertados em vários pontos do Centro Histórico.